Domingo, Agosto 31, 2008

O BRASIL E O ‘CAPITALISMO DE COMPARSAS’

As paginas amarelas da Vejja desta semana trazem uma entrevista com o economista americano James Roberts, que é coordenador do índice de liberdade econômica da Heritage Foundation, que promove políticas liberais. Vou transcrever um trecho em que o cara mata a pau qualquer argumento marxista-leninista-socialista, principalmente no que tange à ladainha de que o Estado forte, paternalista é a grande solução para a miséria.

Pergunta [que não quer, não deve calar]: A pobreza diminui nos países com liberdade econômica?

Reposta [um direto no estômago dos comunistas de plantão]: Ao dar oportunidades para que a população mais pobre prospere, a liberdade econômica é boa para todos. Quando esse conceito é implementado, a elite política fica impossibilitada de usar a maquina estatal para ganhar vantagens econômicas, o que sempre ocorre em prejuízo dos mais fracos. Essa situação terrível é o que chamamos de ‘capitalismo de comparsas’. Nos países onde essa prática é institucionalizada, os governantes e seus amigos sobrecarregam a população com burocracia e pesados impostos com o objetivo de massacrar os empreendedores, que vêem como ameaça. Quando, por outro lado, existe liberdade, o poder econômico não está sujeito a forças políticas e sociais. Pequenas e médias companhias privadas, que são a espinha dorsal de uma economia e produzem a maior parcela dos impostos, têm melhores chances de crescer. A liberdade econômica é uma doutrina REVOLUCIONÁRIA [grifo meu] que desafia o status quo e os que querem utilizar o poder em proveito próprio. No longo prazo, sua aplicação produz mais prosperidade, mais igualdade de renda, mais empregos e reduz os níveis de pobreza

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