ESTAVA ELUCUBRANDO [el culo obrando] sobre o que queria ao criticar aa grande China e ao torcer para os EUA nas Olimpíadas - hum, sou pé-frio - e o que li na última Vejja, sobre o tal do 'capitalismo de comparsas', enquanto media o desempenho brasileiro nos jogos [espasmos, confusao mental, tosse]...
E NAO É que o nosso time olímpico é justamente reflexo desse tal 'capitalismo de comparsas'? Notem que o problema sao os comparsas e nao o capital, assim como em uma 'fraternidade dos pilantras' ou numa 'confraria dos feladaputa', o problema nao esta nas fraternidades ou confrarias, oras.
EM NOSSO CASO, a eterna dependencia das federacoes [ou patrocínio-esmola, pai-trocínio, caridade mesmo] é o que reflete a bosta que é a coisa toda. E parece que vemos como 'modelos' os casos de China, Cuba, antiga Europa Oriental, lugares onde o dinheiro para bancar atletas nao é o problema, mas nao sao la 'aquela' maravilha pra GERAL [ou: todo o resto da sociedade que nao for atleta ou da tchurminha burocrata].
O caso americano, é um pouco diferente [vamos ficar com os EUA para irritar os comunas mais um pouco. hehehehehe]. Universidades [privadas, tem essa diferenca] treinam atletas. Clubes fortes bancam equipes [verdadeiras empresas, nao essa bagunca administrativa que temos aqui, onde clube-empresa é mérito - em vez de requisito. Mistura demais com a política, acho. Em que meio mais os EXPERTS sao verdadeiros amadores na arte de fazer algo que preste?]. Já as federacoes nao bancam atletas, existem campeonatos fortes [cotas de tv e premios por desempenho em campeonatos pagos POR EMPRESAS PRIVADAS] e elas meio que só fazem o burocrático [pense na federacao de surfe, na de tenis, ...], quem quiser que monte sua equipe competitiva, de acordo com O INTERESSE DE QUEM PAGAR POR ISSO [novamente: quando escutar a palavra governo NAO imagine um cofre cheio da grana para quem chegar primeiro!!!]. Ponto, parágrafo.
Talvez por isso os EUA nao tenham um judo forte: falta de interesse PRIVADO; ou seja, nao tem judo por nao se EXIGIR que a federacao arrume atletas, coloque-os para treinar, competir, tudo aas próprias expensas, o que acaba causando mendicancia pro governo [lá nao, mas aqui... affff], ou dependencia de pequenos patrocinadores para bancar um evento que nao tem GRANDE alcance. O futebol feminino é assim, o voleibal, o basquete, o baseball, a natacao, o nado sincronizado, o polo aquático [esses de piscina, todos universitários!!!], o tenis, o atletismo: nenhum desses depende do gobierno [e a ginástica, o tiro, avela, o hipismo, o boxe? fiquei com dúvidas, mas...]. No Brasil, os clubes de futebol - que possuem políticos demais em seus quadros, daí a parcela de incompetencia, PODEM APOSTAR - volta e meia tentam brigar com a CBF [mais política desse lado, arre égua!!], negociar por si as tais cotas de tv... e, vai-nao-vai, esse dinheiro [mais o dos patrocinadores quem pagam de acordo com o grau de exposicao do produto] é que utilizado para estimular a formacao de atletas. A CBF só colhe o que jamais plantou.
Uma comparacao. O volei de praia. Lá, como aqui, os atletas vivem de resultados [$$$$$$]. A diferenca é que nossa liga é patrocinada pelo Banco do Brasil... no Volei de quadra masculino, quem pode joga fora do país. No feminino, os clubes mudam de cidade, de nome, tudo de acordo com o patrocínio - o que nao tem nada demais, é o jeito da coisa ser economicamente viável, oras. É o espírito da coisa comecando a pegar. Resumo da ópera: pague a conta quem tenha o interesse, NAO O CONTRIBUINTE EM GERAL. Será isso a invencao da roda? Ou o interessante é o método chines, que é, afinal, CAMPEAO OLÍMPICO [o que, no fundo, mostra pra que lado vai essa misturada governo-federacao-atletas]?
1 reclamações aqui:
coé cumpadji?
http://oglobo.globo.com/esportes/mat/2008/09/03/depois_de_criticar_cbda_cielo_conversa_com_presidente_da_confederacao_muda_discurso-548065165.asp
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