AFIRMAR O CONTRÁRIO seria aceitar a prototipicidade, o que é impossível. Não somos moldáveis, posso aprender a me controlar, ou, de preferência, decidir do que realmente gosto, assumir minha vida como responsabilidade exclusivamente minha, tratá-la como algo importante, mas amadurecer não é uma mudança, está mais para uma descoberta [delimitação?] do cerne da coisa.
UMA PARTE DA ‘NOÇÃO’ VEIO ao conversar com alguns amigos, que foram da opinião de que podemos mudar, no que discordei. Não que eu seja igual a outrora, e essa foi uma das dificuldades para manter meu ponto de vista, a tal diferença entre o ‘igual’ e o ‘mesmo’. Não há diferença entre aquele guri e eu, somos o mesmo gabiru. O tempo, os hormônios, as vivências? Mais no mesmo!, ou melhor, as oportunidades de agir, quem sabe são efemérides?, a reação é que não pode ser distinta, não é aceitável uma outra, não é aceitável um outro eu em mim [a experiência dentro de hospícios mostra a existência desse[s] outro[s] aí, mas ninguém diz: ei, é normal ser louco - espero].
Sei lá, me vejo desta maneira, como o mesmo de anos atrás. É tão difícil aceitar, ao menos, que alguém pense ser assim?
2 reclamações aqui:
PUTA-BITCHO [como dizia RICARDO, o príncipe do coco], tu só escolhe assuntinho fácil pra tratar, hem?!?! hehe
No mais, "a CAPITU de Matacavalos já estava na CAPITU da Praia da Glória". É isso mesmo?
Abr
vc acredita que eu NÃO li dom casmurro?
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